É no silêncio frio desta solidão
Que te tenho, sem te ter.
É no fechar dos meu olhos, na escuridão
Que te vejo, sem te ver.
É no barulho embaralhado, destas vozes perturbadas
Que te ouço, sem te ouvir.
É na monotomia do meu dia-a-dia,
Que fico a te abraçar, a te olhar e tua linda voz,
Escutar.
Platônico?
Até pode ser...
Mas nessa minha mente insana, boba, apaixonada...
É tão real, quanto o sangue
O sangue que me ferve nas veias.